No 7624 Ano 32   © 2018   4a-feira 26set2018
nanoJORNAL para Tablets & smartphones

Na ONU, Trump
defende nacionalismo e
ataca a globalização.

Em seu discurso na 73ª Assembleia Geral das Nações Unidas, ontem em Nova York, o presidente dos EUA, Donald Trump disse que "os EUA são governados por americanos" e que por isso, em vez de globalização, ele abraça a "doutrina do patriotismo e nacionalismo". Diante de representantes de 193 nações, Trump disse que não vai aderir a tratados da ONU para políticas migratórias. Também fez duras críticas ao Tribunal Penal Internacional (TPI), que, nas suas palavras, "não tem legitimidade nem autoridade". E disse que os EUA só ajudarão as nações amigas. O presidente francês, Emanuel Macron se contrapôs a Trump, defendeu o multilateralismo, e disse que crise com Irã deve ser resolvida com diálogo.

O BRASIL E O MUNDO HOJE
Temer na Assembleia da ONU: contra Trump. Depois, reunião com investidores.

foto Cesar Itiberê / PR





Centro tenta se unir: fracasso. Fracassou ontem à noite a tentativa de reunir candidatos de centro à Presidência da República. A reunião foi organizada pelo jurista Miguel Reale, mas Marina Silva (Rede) e Henrique Meirelles (MDB) desistiram. Era esperada participação de enviados de Álvaro Dias (Podemos) e Geraldo Alckmin (PSDB). Os organizadores destacam que a tentativa não tem relação direta com o manifesto de Fernando Henrique Cardoso e que também cobrava união contra o que classificou de extremos.

Temer: sem intervenção no Rio, a Previdência podia ser votada. Para votar a reforma da Previdência ainda este ano, o presidente Michel Temer admitiu ontem, em entrevista à EBC, suspender a intervenção federal na segurança pública do Rio - ou mesmo eliminá-la. Com a intervenção, não se pode votar emendas constitucionais. A intervenção está prevista para terminar em 31 de dezembro de 2018. De acordo com Temer, a decisão vai depender de conversações entre o primeiro e segundo turnos das eleições (dias 7 e 28 de outubro) e também da vontade de seu sucessor.

Índices / Mercado

MOEDAS
            Compra  Venda
Dólar
Comercial   4,0816  4,0822
PTax        4,1280  4,1286

OURO
R$/grama       BM&F 156,30

BOLSAS
S Paulo  (Bovespa)  +0,83%
S Paulo  (IBx)      +0,76%
S Paulo  (IBx-50)   +0,89%

Poupança antiga    0,5000%
Poupança nova      0,3715%



Pesquisa provoca turbulência Pregão turbulento do câmbio - em reação à pesquisa Ibope da véspera - encerrou-se ontem com leve queda do dólar. A Bolsa de S Paulo também inverteu o sinal ao longo dia: da queda fechou em alta. A moeda americana terminou o dia em baixa de 0,10%, a R$ 4,0822. Durante o dia, chegou a R$ 4,1430, enquanto o mercado assimilava o avanço de Fernando Haddad (PT). A Bolsa de S Paulo ganhou 0,82%, a 78.630 pontos. A Vale, que subiu 3,3%, puxou os ganhos do dia. Os papéis de bancos, que pressionaram durante a manhã, terminaram majoritariamente em alta.

Governo quer reduzir mortes no trânsito em dez anos O Ministério das Cidades apresentou ontem - Dia Nacional do Trânsito - o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, para reduzir à metade o número de acidentes em um período de 10 anos. "Estamos apelando a todos os governos nessa iniciativa", destacou o ministro Alexandre Baldy, Cidades. A estimativa é que o Brasil gaste R$ 50 bilhões por ano com acidentes de trânsito, que causam média de 45 mil mortes anualmente, 130 mortes por dia. As metas anuais de redução dos índices para cada Estado da Federação e para o Distrito Federal serão definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Irã acusa governo Trump de 'fraqueza intelectual' Hassan Rouhani, presidente do Irã, discursou ontem na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, condenando a saída dos EUA do acordo nuclear assinado em 2015. E criticou as sanções econômicas contra seu país, classificando-as de "terrorismo econômico", "chantagem" e "graves violações da lei internacional". Rouhani denunciou Washington por promover uma "guerra econômica", alegando que as sanções interromperam o comércio global e atingiram os iranianos. Para Rouhani, o desprezo ao multilateralismo é "sintoma de uma fraqueza de intelecto". Apesar disso, ele convidou os EUA a deixar o "bullying" e voltar à mesa de diálogo.

E MAIS:
Cinema // Ação nas alturas?
   
Depois de ser auxiliado por uma unidade de comando tático ultrassecreta, um agente da CIA (Mark Wahlberg) tem de transportar um informante da Indonésia do centro da cidade para refúgio em um aeroporto a 22 milhas de distância. O filme promete que a rota será em meio a mil perigos, mas que, na tela, mostra-se insossa pela inabilidade do diretor Berg para manter a pressão nas alturas. // 22 milhas (Mile 22) / Direção: Peter Berg / EUA, 2018 / Duração: 95 minutos / Gênero: Ação / Classificação: 14 anos.

Jornaldodia nanoJornal para tablets & smartphones
© 2016   http://www.jornaldodia.com.br>Jornaldodia / Brasil