No 7898 Ano 33   © 2019   5a-feira 14nov2019
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Brasil e China discutem
livre comércio

De acordo com o ministro Paulo Guedes, Economia, o governo brasileiro negocia a criação de uma área de livre comércio com a China. Os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) estão reunidos em Brasília [VER A SEGUIR]. No mês passado, o presidente Jair Bolsonaro esteve em Pequim durante viagem oficial. Hoje, a China é o país que mais importa do Brasil. No ano passado, o saldo comercial entre os dois países ficou positivo para o Brasil em US$ 29 bilhões. Ainda ontem, Brasil e China assinaram ontem acordos e memorandos de entendimento nas áreas de política, economia, comércio, agricultura, inspeção sanitária, transporte, saúde e cultura.

O BRASIL E O MUNDO HOJE
A impressionante onda gigante que quase tirou a vida de Pedro Scooby, em Portugal.

foto Reprodução





Medidas contra corrupção na mira da OCDE Comitiva com dez representantes do alto escalão da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) concluiu ontem uma missão para analisar questões ligadas ao combate à corrupção no Brasil. Segundo o presidente do Grupo de Trabalho sobre Suborno da OCDE, Dragos Kos, a comitiva expôs ao governo e ao Judiciário brasileiros preocupação sobre temas como suspensão das investigações com base nos dados da Unidade de Inteligência Financeira (UIF, antigo Coaf), o fim da prisão após condenação em 2ª instância e o alcance de medidas como a Lei de Abuso de Autoridade.

Líderes dos Brics pedem menos protecionismo A diminuição do protecionismo é essencial para enfrentar a desaceleração econômica global, disseram ontem os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da China, Xi Jinping. Em discursos no encerramento do Fórum Empresarial do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), os dois líderes defenderam o aprofundamento do comércio internacional para haver desenvolvimento. Em 2020, a Rússia assumirá a presidência rotativa do Brics. Putin lembrou que o comércio do país com os demais membros do grupo tem aumentado mais de 20% nos últimos cinco anos. O aumento do protecionismo global também foi abordado por Xi Jiping. Segundo ele, a guerra comercial desestimula investimentos em inovação, o principal instrumento para impulsionar a economia global. China e EUA, as duas maiores economias do planeta, enfrentam tensões comerciais marcadas pela imposição de tarifas a produtos chineses, com retaliações do país asiático.

Índices / Mercado

MOEDAS
            Compra  Venda
Dólar
Comercial   4,1850  4,1856
PTax        4,1761  4,1767

OURO
R$/grama       BM&F 196,70

BOLSAS
S Paulo  (Bovespa)  -0,65%
S Paulo  (IBx)      -0,65%
S Paulo  (IBx-50)   -0,72%

Poupança antiga    0,5000%
Poupança nova      0,3153%



Dia tenso leva dólar a mais de R$ 4,18 Em dia tenso no mercado, pelas turbulências em países da América Latina, a Bolsa de S Paulo (B3) caiu e a moeda americana fechou no 2º maior nível da história. O dólar comercial encerrou ontem a R$ 4,1856, alta de 0,42%. A divisa está no 2º maior valor desde a criação do real, só perdendo para os R$ 4,196 em 13set18. No mercado de ações, o dia também foi de tensões. O índice Bovespa fechou o dia em queda de 0,65%, a 106.059 pontos. No 2º dia seguido de queda, o indicador caiu para o menor nível desde 18out19.

Mancha de óleo chega a 200 km da divisa ES-RJ O governo do Estado do Rio já capacitou 200 pessoas, com servidores de 25 municípios litorâneos, para uma eventual chegada à costa fluminense do óleo derramado no Nordeste, que já afeta dez Estados. Segundo dados do Ibama, a praia mais ao Sul atingida pelo petróleo é Formosa, em Aracruz ES, a pouco menos de 200 km da divisa com o Rio. No fim de outubro, o governador Wilson Witzel (PSC) criou um grupo de trabalho especial para monitorar o avanço do óleo, encabeçado pela secretaria de Ambiente e Sustentabilidade. Segundo a titular da pasta, Ana Lucia Santoro, não é possível garantir que o óleo não atingirá as praias do Estado, mas a chegada também é tida como incerta.

Diplomatas prestam depoimentos públicos contra Donald Trump Ontem foi o primeiro dia de audiências públicas no processo de impeachment do presidente dos EUA, Donald Trump, na Câmara de Representantes. Até agora, as audiências vinham ocorrendo a portas fechadas. Trump é acusado de ter pressionado o presidente ucraniano a investigar seu opositor, o democrata Joe Biden, em um caso que envolve uma empresa na qual trabalhava o filho de Biden, Hunter. Reagindo à abertura do processo, Trump negou qualquer conduta imprópria e afirmou estar sendo alvo de uma "caça às bruxas do mais alto nível". O diplomata Bill Taylor prestou depoimento ontem, seguido de outro diplomata, George Kent, que acusou o advogado de Trump, Rudy Giuliani, de tentar "manchar" a reputação de funcionários norte-americanos na Ucrânia.

E MAIS:
Música // Skank vai dar um tempo.
   
Em Os Três Primeiros, o Skank rebobina os repertórios dos álbuns Skank (1992), Calango (1994) e O Samba Poconé (1996). Como em todos os registros ao vivo anteriores, o Skank - Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferreti - trouxe novidades. É a oportunidade para ouvir o último CD da banda mineira, que depois de 30 anos resolveu dar um tempo. O quarteto formado por Samuel Rosa (voz e guitarra), Lelo Zanetti (baixo), Henrique Portugal (teclados) e Haroldo Ferretti (bateria) anunciou neste domingo (03nov19) que não houve briga, mas somente o desejo de experimentar novos projetos que não sejam com a banda. // Os Três Primeiros / Skank / R$ 37,59 (www.americanas.com.br) / Spotify: https://open.spotify.com/album/13zfdNR4WKstWdZWA2PORQ?autoplay=true&v=L / Deezer: https://www.deezer.com/album/74377762?autoplay=true

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