No 7671   Ano 32   © 2018   2a-feira 10dez2018
Peruanos aprovam mudanças na Constituição
Donald Trump ataca procurador Mueller nas redes sociais
Chile rejeita pacto migratório da ONU
Paris após mais um dia dos "coletes amarelos"
Chanceler francês pede que Trump 'não se meta"

 

Peruanos aprovam mudanças na Constituição

Os peruanos foram às urnas ontem em referendo para as primeiras reformas na Constituição do país em 25 anos. Pesquisas de boca de urna indicam que os peruanos aprovaram as reformas políticas e da Justiça propostas pelo presidente Martín Vizcarra em agosto, após um escândalo de corrupção que envolveu juízes do alto escalão e foram aprovadas com relutância por um Congresso unicameral dominado pela oposição. Na boca de urna, 85,2% dos peruanos disseram ter votado a favor do veto à reeleição imediata de legisladores e 85,1% foram contrários a recuperar, após cerca de três décadas, um Congresso bicameral, com uma Câmara e um Senado.

 
 

Donald Trump ataca procurador Mueller nas redes sociais

Usando posts do Twitter, o presidente dos EUA, Donald Trump tem feito violentos ataques ao procurador especial Robert Mueller, que investiga uma possível interferência russa nas eleições norte-americanas de 2016. Recente revelação das investigações foi que o ex-advogado pessoal de Trump, Michael Cohen, colabora com o processo de investigação de Mueller. Os procuradores defendem que Cohen deve ser condenado a pena de prisão. Cohen declarou-se culpado de crimes financeiros e de mentir.

 
 

Chile rejeita pacto migratório da ONU

O Chile é primeiro país sul-americano a rejeitar o pacto migratório da ONU e anunciou que não comparecerá à conferência, no Marrocos, na qual o acordo será formalmente adotado. O Brasil comparecerá. A conferência para a adoção formal do pacto da ONU sobre migrações tem a participação de mais de 150 países. O governo considera que algumas disposições do documento "não são aplicáveis à política migratória chilena".

 
 

Paris após mais um dia dos "coletes amarelos"

Coletes amarelos voltaram a causar danos e prejuízos na capital francesa.

imagem de TV


A capital francesa, Paris, começou ontem a se recompor depois que cerca de oito mil manifestantes marcharam em protestos nos Campos Elísios, deixando um rastro de destruição: vitrines quebradas, carros incendiados e muito lixo. O ministro da economia francês, Bruno Le Maire, visitou várias lojas alvo da ira dos manifestantes [ver Economia]. "Esta pilhagem e esta violência são inaceitáveis. Têm de parar. São inaceitáveis! Não há diálogo possível enquanto a ordem não voltar às ruas".

 
 

Chanceler francês pede que Trump 'não se meta"

Ministro do Exterior francês Jean-Yves Le Drian: Trump, não interfira na França.

foto Wikipedia


Jean-Yves Le Drian, ministro francês das Relações Exteriores, pediu ontem ao presidente dos EUA, Donald Trump, que não interfira na política interna da França. Trump postou uma série de tuítes sobre os protestos dos chamados coletes amarelos, ligando o caso ao Acordo de Paris sobre o clima: "O acordo de Paris não está funcionando para Paris", dizia um dos tuítes. "Digo a Donald Trump, e o presidente da República [Emmanuel Macron] lhe diz também: não tomamos partido nos debates americanos, deixem-nos viver nossa vida como nação".

 
CURTAS


BOICOTE OPOSITOR E INDIFERENÇA DOS ELEITORES MARCAM ELEIÇÃO NA VENEZUELA

"COLETES AMARELOS" TAMBÉM PROTESTARAM NAS RUAS DE BRUXELAS, BÉLGICA.

Resumo dos principais jornais e sites noticiosos do Brasil e do mundo

POLÍTICA ECONOMIA NEGÓCIOS ÍNDICES GERAL MUNDO HOME