No 7858   Ano 32   © 2019   5a-feira 19set2019
Arábia Saudita e EUA acusam Irã de ataque a petrolífera
EUA: Ex-negociador de reféns será novo assessor de Segurança Nacional.
Bachelet pede libertação de todos os presos políticos da Venezuela
EUA processam Snowden por causa de novo livro
União Europeia quer rever regras de asilo

 

Arábia Saudita e EUA acusam Irã de ataque a petrolífera

Autoridades da Arábia Saudita dizem ter provas de que o armamento usado no ataque às instalações petrolíferas sauditas tem origem iraniana e querem apoio internacional na condenação ao Irã. "Os contínuos apoios do Irã a grupos terroristas representam uma ameaça a todos nós", afirmou o ministro saudita da Defesa, Turki Al-Malki. Contrariando os sauditas, os rebeldes iemenitas houthis reivindicaram os ataques, dizendo ser retaliação à intervenção da Arábia Saudita na guerra do Iêmen desde 2015. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ter dado ordens ao secretário Mike Pompeo para "aumentar significativamente" as sanções ao Irã e admitiu até uma intervenção militar. O governo iraniano negou o ataque e avisou Washington de que vai responder a qualquer ataque.

 
 

EUA: Ex-negociador de reféns será novo assessor de Segurança Nacional.

O novo assessor de segurança nacional do governo Trump, Robert O'Brien: advogado experiente.

foto Paulo Filgueiras / ONU


O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a escolha de Robert C. O'Brien para ocupar o cargo de conselheiro de Segurança Nacional. O'Brien vinha atuando como negociador-chefe de reféns do Departamento de Estado. Ele vai substituir John Bolton, que deixou a Casa Branca na semana passada. O'Brien é um advogado experiente que vem trabalhando com sucesso na libertação de americanos em países como Coreia do Norte e Turquia. Sua função era aconselhar altos funcionários em casos em que cidadãos americanos foram feitos reféns no exterior, em especial, no Afeganistão, Iêmen, Líbia e Síria.

 
 

Bachelet pede libertação de todos os presos políticos da Venezuela

Alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, MIchelle Bachelet: mais 58 presos políticos.

foto Manuel Elias / ONU


Logo depois de comemorar a libertação do opositor Edgar Zambrano, vice-presidente da Assembléia Nacional (AN) da Venezuela, a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, pediu que as autoridades venezuelanas libertem todos os presos políticos. Zambrano foi solto na noite de 3a-feira, quatro meses após sua prisão pelo regime de Nicolás Maduro. Após a libertação, o parlamentar disse que nas horas seguintes deveriam ser libertados outros 58 presos políticos. O deputado está proibido de deixar o país e deve se apresentar à Justiça a cada 30 dias. O dirigente prometeu voltar ao Parlamento na próxima semana e, no sábado, iniciar caminhadas por todo o país para pedir a libertação de outros presos políticos.

 
 

EUA processam Snowden por causa de novo livro

Edward Snowden, o ex-funcionário da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA), lançou um novo livro de memórias, Permanent Record. O Departamento de Justiça dos EUA processou Snowden, alegando que o livro viola acordos de confidencialidade com CIA e NSA. Snowden contestou dizendo nunca ter feito um "juramento de sigilo" e que ao entrar a serviço da NSA o juramento: 'Juro apoiar e defender a constituição dos EUA, a nossa lei fundamental, contra todos os inimigos, estrangeiros ou domésticos'. A editora do livro também foi acusada. Segundo Snowden o governo dos EUA não quer que o livro seja lido.

 
 

União Europeia quer rever regras de asilo

Os ministros do Interior da União Europeia vão reunir-se em Malta, em 23set19, em um esforço para uma distribuição mais equilibrada de quem quer entrar na UE. A Convenção de Dublin dita que os refugiados que chegam à União Europeia devem requerer asilo no local onde entram e que é a esse país que devem ser devolvidos sempre que forem para outro Estado-membro. Mas enquanto milhares de refugiados continuam a chegar, os 28 países da UE não conseguiram obter um acordo. França e Alemanha insistem no desembarque de migrantes nos portos mais próximos de onde foram encontrados, mas países como Itália e Malta se recusam a acolhê-los e defendem um sistema de realojamento automático em outros Estados-membros.

 
CURTAS


COMANDANTE DE MILÍCIA HUTU É MORTO NA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO

TEMPERATURA PODE SUBIR AINDA MAIS DO QUE O ESPERDO

Resumo dos principais jornais e sites noticiosos do Brasil e do mundo

POLÍTICA ECONOMIA NEGÓCIOS ÍNDICES GERAL MUNDO HOME